O casamento de Pam não foi o que ela esperava. Desde de garotinha, ela sonhava com uma igreja enfeitada cheia de flores, várias madrinhas, um monte de convidados, uma cerimônia marcante e uma grande recepção. Ela jamais poderia imaginar que sua cerimônia de casamento fosse curta, realizada no cartório, diante de um juíz e sem a presença de seus amigos. Ela também não esperava estar grávida de dois meses durante o seu casamento.

Pam cresceu num lar cristão, frequentava a igreja regularmente e aceitava os padrões morais que seus pais lhe ensinaram. Apesar de seu comportamento, ela jamais aprovou o relacionamento sexual antes do casamento, acredita que é pecado duas pessoas que não são casadas durmirem juntas e é de opinião que Deus criou o sexo para ser desfrutado em sua plenitude dentro do casamento. Assim que entrou para uma faculdade cristã, sua personalidade vivaz e extrovertida fez com que se tornasse popular entre os estudantes de ambos os sexos. Ela estava sempre rodeada de pessoas e tinha encontros frequentes. Esses encontros eram momentos de diversão que raramente envolviam muito contato físico.

Quando ela e Marcos começaram a sair juntos, no segundo ano de faculdade, se apaixonaram logo e começaram a falar em casamento depois da formatura. No início, seus contatos físicos eram mínimos, mas, conforme os meses foram passando, eles foram se envolvendo cada vez mais. os abraços deram lugar as carícias no corpo um do outro. A massagem por cima da roupa deram lugar à massagem dos órgãos genitais. Com o tempo, eles foram “arrebatados” pela paixão e fizeram sexo.

O sentimento de culpa foi muito grande, mas eles estavam determinados a não fazerem sexo de novo. marcos não queria comprar preservativos, porque no pensamento dos dois, “se tivermos preservativos, vamos nos sentir mais tentados à avançar o sinal”. Mas eles avançaram o sinal do mesmo jeito. Em pouco tempo, estavam num ciclo vicioso de sexo, culpa, determinação de parar e mais sexo.

Pam e Marcos viveram numa sociedade em que a prática do sexo é algo comum, a gravidez é aceita e o aborto é amplamente aceito. Mas Pam e Marcos vieram de famílias e igrejas onde o sexo pré-nupcial é pecado e o aborto não é uma opção. Nunca nenhum deles pensou em aborto como alternativa. Eles decidiram que a saída mais honroso e bíblica para a situação difícil em que se encontravam era casar e criar o bebê.

Assim, eles agora estão casados, despreparados para a paternidade, sem saber como vão acabar a faculdade, e lutando com a vergonha, culpa e o desapontamento que mudaram sua vida para sempre.

E você, também quer o mesmo?

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